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partilhem!

sábado, 29 de maio de 2010

Eu sempre achei que nós é que tinhamos de libertar o passado para conseguirmos viver o nosso dia-a-dia. Mas afinal, o passado é que tem de nos libertar, e se por algum motivo, ele implica em estar presente no nosso dia-a-dia e nós e nos destabiliza... É uma treta!!

Cansa!!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Porque é que quando olhamos, nos apercebemos ou que já passou ou que nos vamos enganar e magoar?!
Todos os dias faço reflexões e análises, que não dão em nada, porque eu crio expectativas tolas e facilmente desmoronáveis!
Acho que necessito de sair fora daqui, para poder respirar novamente. O que é que me dá esta sensação de clausura?!
É uma óptima pergunta... Mas talvez sejam as opções e decisões que vou tomando durante o meu caminho... O mais engraçado e ao qual não consigo, definitivamente, responder é: porque raio é que tomo essas decisões e opções?!
Que nervos... Ainda se fossem minimamente acertadas.... Mas não.... Venha lá mais uma parede e mais um buraco fundo, mas tão fundo, que possívelmente só os bombeiros me poderão salvar... e daí... nem sei!

sábado, 17 de abril de 2010

E quando achamos que nada nos prende?! E que só temos de seguir em frente sem olhar para trás?! Então e porque não conseguimos?
O que é que nos prende?

Especialmente, se não forem sentimentos?
Alguém me explica o que se passa e o que devo fazer?
A divisão não é o melhor estado de alma do mundo....

quinta-feira, 11 de março de 2010

... E dou por mim a ouvir Silence 4, e a única coisa que me invade é saudade e carinho. No entanto, cá dentro, bem no fundo de mim, começa a vir a vontade de me afastar, até porque sei que não estou preparada para te encarar. Ou melhor... Não estou preparada para estar sozinha contigo, no mesmo espaço.
Não tenho uma zona de conforto, logo não tenho onde me refugiar, a não ser em mim.
Chego a ter raiva de mim, por desabafar contigo, por ter essa necessidade, por te contar tudo... Ou quase tudo...

Será altura de dizer: Adeus! e ficar só eu?!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

"Eu não sei dizer" - Silence 4

O silencio deixa-me ileso, e que importancia tem?
Se assim tu ves em mim alguem melhor que alguem.
Sei que minto pois o que sinto nao e' diferente de ti.
Nao cedo. Este segredo e' fragil e e' meu.
Eu nao sei tanto sobre tanta coisaque as vezes tenho medo
de dizer aquelas coisas que fazem chorar.
Quem te disse coisas tristes nao era igual a mim.
Sim, eu sei que choro, mas eu posso querer diferente para ti.
Eu nao sei tanto sobre tanta coisa
que as vezes tenho medo
de dizer aquelas coisas que fazem chorar.
E nao me perguntes nada.
Eu nao sei dizer.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

"Pessoas Como Nós" - Margarida Rebelo Pinto

"Falta-me a inspiração dos teus ombros sobre o meu corpo, a segurança do cheiro da tua pele, a tua cara a dormir na almofada ao meu lado, tranquilo e belo como um querubim. Falta-me o teu tempo e a tua respiração. Falta-me a tua mão na minha, quando ando na rua. E o teu olhar a envolver-me como um manto e o teu coração a bater ao mesmo tempo que o meu. Fazes-me falta, meu amor. E a falta que me fazes não se resgata nas palavras, nas esperas, na conjugação estóica do verbo aceitar. Eu sei que tudo o que te digo cai por terra, que a minha espera é inútil, que nunca saberei conjugar o verbo, que tudo muda, mas é sobretudo o que menos desejo ou mais temo."


Gostei do excerto... Nem sei bem porquê....

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Ontem foste cruel... A forma como dissecaste toda a minha vida... Toda a minha deficiência familiar, magoou-me tão profundamente, que quase desejei não estar ali.
Fui à procura de consolo, carinho, mimos... E senti que levei patadas, atrás de patadas...
Acho que quando começámos a conversar, pensei que realmente deveria ter seguido o meu instinto inicial, que foi.... Não ir. Ir para casa, estender-me no sofá, tapar-me com a manta e adormecer...
Mas por algum motivo fui... Não sei se te apercebeste depois... Mas nem me apetecia falar... Deixei-te fazer conversa... Mas o meu espírito estava longe... Enquanto olhava para a Lua, quase que a tentar decorar-lhe todas as crateras existentes, a minha mente vagueava por memórias... Recentes e antigas.
Vou ter saudades de algumas coisas... Até sei que vou ter saudades tuas... Mas neste momento anseio pelo dia em que vás... Para fora cá dentro!

Doi-me tanta coisa, que nem sei como me aguento em pé...
Doi-me sentir...

Enfim...
Amanhã é um novo dia!