Esta seria a melhor declaração de amor que me poderiam fazer:
"Provavelmente não iremos ficar juntos para sempre, e sim, a nossa vida, de certo, não irá ser nenhum mar de rosas.
Provavelmente, mais tarde ou mais cedo, iremos querer separar-nos e as nossas vidas poderão seguir rumos diferentes.
Provavelmente, os nossos gostos não serão os mesmo, e vamos discutir por causa deles. Provavelmente não iremos sorrir para sempre.
Provavelmente o formato: ...E foram felizes para sempre; não se irá adequar a nós.
Provavelmente até podemos não ir de férias para fora do país, como sempre sonhaste.
Mas...
Vou tentar fazer-te sorrir o tempo todo, porque tens o sorriso mais lindo e brilhante do mundo e eu adoro-o.
Vou levar-te a ver o põr-do-sol, todos os dias ao pé do mar, porque sei que adoras.
Vou levar-te a passear sob as estrelas e a ver a lua, porque te sentes feliz.
Vou comprar-te flores, sem nenhum motivo em especial, porque é algo que te surpreende.
Vou levar-te a jantar fora, só porque sim, ao teu restaurante preferido.
Vou fazer com que todos os dias juntos se tornem especiais, apenas porque tu e eu merecemos.
Vou levar-te a comer um gelado, com os três sabores que gostas: limão, morango e meloa.
Vou tentar provar-te todos os dias que te amo, e que mereço a alegria de estar ao teu lado!!"
Talvez um pouco egocêntrica, mas adorava que me dissessem isto!
Uma salada de poetas, de músicos, de emoções, de tristezas e desabafos. É o meu mundo!
welcome
partilhem!
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terça-feira, 28 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Foi...
Horas que passam...
Apenas a embriaguês me deixa falar,
Apenas ela me permite delirar,
Sonhar com o que passou, entre olhares que acordam.
Tu... Fazes-me acordar para a realidade,
Fazes-me ver o que perdi,
O sentido, o Norte, a ti...
A minha alma sente-o, com toda a profundidade!
Ficam as tremuras, os arrepios, as lágrimas, cá,
Bem dentro, bem fundo de mim.
Um silêncio, um final assim,
Não dá direito a um: Até já!
Doí-me, dilacera-me alma, ver-te feliz, contente
Quero partir, sair daqui, desaparecer...
Quero desvanecer-me no ar, quero-me perder...
Quero esquecer tudo o que passou e que me deixa descontente...
Não te quero afastar, mas é melhor para mim...
Fazes-me bem e fazes-me mal.
Nunca me tinham feito sentir tão banal...
Hoje senti que foi o Fim!
Apenas a embriaguês me deixa falar,
Apenas ela me permite delirar,
Sonhar com o que passou, entre olhares que acordam.
Tu... Fazes-me acordar para a realidade,
Fazes-me ver o que perdi,
O sentido, o Norte, a ti...
A minha alma sente-o, com toda a profundidade!
Ficam as tremuras, os arrepios, as lágrimas, cá,
Bem dentro, bem fundo de mim.
Um silêncio, um final assim,
Não dá direito a um: Até já!
Doí-me, dilacera-me alma, ver-te feliz, contente
Quero partir, sair daqui, desaparecer...
Quero desvanecer-me no ar, quero-me perder...
Quero esquecer tudo o que passou e que me deixa descontente...
Não te quero afastar, mas é melhor para mim...
Fazes-me bem e fazes-me mal.
Nunca me tinham feito sentir tão banal...
Hoje senti que foi o Fim!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Viva
Viva às Mudanças!!
Viva aos Novos Rumos!!
Viva aos Sonhos!!
Viva ao Acreditar!!
Viva à Possibilidade!!
Viva a tudo o que se torna possível na vida!!
Viva ao que nos faz sorrir!!
Viva ao Sol que "nasce" todos os dias!!
Viva à Lua, a minha fiel companheira!!
Viva ao manto de veludo que é o céu e ao firmamento!!
Viva à Amizade!!
Viva à Alegria!!
Viva à Lealdade!!
Viva a tudo e mais alguma coisa!!
Porque hoje, começou um novo dia!!
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Saudade
sábado, 28 de março de 2009
Anjo doce...

Anjo doce...
Se és menino ou homem, não sei...
Sei que te abracei,
Para secar qualquer lágrima que fosse.
Contigo descobri novos mundos,
Contornos e formas de ver,
Diferentes!
Aprendi que bastava querer!
Talvez os meus medos,
Ultrapassassem a vontade...
Nunca vou esquecer aquele dia, anjo doce...
Em que disseste que eu podia,
Que devia ter, tudo o que queria!
Nunca vou esquecer, anjo doce,
Quando à luz do luar,
Conheci todos os traços da galáxia,
Todos os brilhos das estrelas,
Todas as ondas do mar.
Nunca vou esquecer, anjo doce,
Como me senti desejada,
Por aquilo que sou
E não por aquilo que poderia ser.
Porque digo-te, anjo doce,
Prefiro ser aquela que amou,
Do que morrer...
Sem sequer saber o que é amar!
O luar, anjo doce...
Fez-me apaixonar ainda mais pela noite!
Não compreendo este fascínio...
É tão forte, tão magnífico...
Tão maior que eu...
Que por vezes me sinto em declínio!
Gostava que o luar fosse meu!
E sim, anjo doce...
Que o luar me ajudasse a prender,
Um qualquer sonho meu,
Uma qualquer memória que morreu,
Uma qualquer...
Sinto falta, anjo doce...
Mas tiveste que partir,
E eu, anjo doce...
Eu tive que dizer "adeus" e sorrir...
Sorrir, e continuar a sorrir...
Fica o esforço, do luar...
De não me fazer esquecer,
E de não me deixar chorar!
Anjo doce...
Que o luar te acompanhe...
E que nunca te esqueças de mim...
Que as estrelas, com formatos estranhos,
Que vivem nos teus olhos,
Brilhem até ao fim!
Se és menino ou homem, não sei...
Sei que te abracei,
Para secar qualquer lágrima que fosse.
Contigo descobri novos mundos,
Contornos e formas de ver,
Diferentes!
Aprendi que bastava querer!
Talvez os meus medos,
Ultrapassassem a vontade...
Nunca vou esquecer aquele dia, anjo doce...
Em que disseste que eu podia,
Que devia ter, tudo o que queria!
Nunca vou esquecer, anjo doce,
Quando à luz do luar,
Conheci todos os traços da galáxia,
Todos os brilhos das estrelas,
Todas as ondas do mar.
Nunca vou esquecer, anjo doce,
Como me senti desejada,
Por aquilo que sou
E não por aquilo que poderia ser.
Porque digo-te, anjo doce,
Prefiro ser aquela que amou,
Do que morrer...
Sem sequer saber o que é amar!
O luar, anjo doce...
Fez-me apaixonar ainda mais pela noite!
Não compreendo este fascínio...
É tão forte, tão magnífico...
Tão maior que eu...
Que por vezes me sinto em declínio!
Gostava que o luar fosse meu!
E sim, anjo doce...
Que o luar me ajudasse a prender,
Um qualquer sonho meu,
Uma qualquer memória que morreu,
Uma qualquer...
Sinto falta, anjo doce...
Mas tiveste que partir,
E eu, anjo doce...
Eu tive que dizer "adeus" e sorrir...
Sorrir, e continuar a sorrir...
Fica o esforço, do luar...
De não me fazer esquecer,
E de não me deixar chorar!
Anjo doce...
Que o luar te acompanhe...
E que nunca te esqueças de mim...
Que as estrelas, com formatos estranhos,
Que vivem nos teus olhos,
Brilhem até ao fim!
domingo, 22 de março de 2009
Pedra Filosofal
Eles não sabem que o sonho
É uma constante da vida
Tão concreta e definida
Como outra coisa qualquer
Como esta pedra cinzenta
Em que me sento e descanso
Como este ribeiro manso
Em serenos sobressaltos
Como estes pinheiros altos
Que em verde e oiro se agitam
Como estas árvores que gritam
Em bebedeiras de azul
Eles não sabem que sonho
É vinho, é espuma, é fermento
Bichinho alacre e sedento
De focinho pontiagudo
Que fusa através de tudo
No perpétuo movimento
Eles não sabem que o sonho
É tela é cor é pincel
Base, fuste ou capitel
Arco em ogiva, vitral
Pináculo de catedral
Contraponto, sinfonia
Máscara grega, magia
Que é retorta de alquimista
Mapa do mundo distante
Rosa dos Ventos Infante
Caravela quinhentista
Que é cabo da Boa-Esperança
Ouro, canela, marfim
Florete de espadachim
Bastidor, passo de dança
Columbina e Arlequim
Passarola voadora
Pára-raios, locomotiva
Barco de proa festiva
Alto-forno, geradora
Cisão do átomo, radar
Ultra-som, televisão
Desembarque em foguetão
Na superfície lunar
Eles não sabem nem sonham
Que o sonho comanda a vida
E que sempre que o homem sonha
O mundo pula e avança
Como bola colorida
Entre as mãos duma criança
(António Gedeão)
É uma constante da vida
Tão concreta e definida
Como outra coisa qualquer
Como esta pedra cinzenta
Em que me sento e descanso
Como este ribeiro manso
Em serenos sobressaltos
Como estes pinheiros altos
Que em verde e oiro se agitam
Como estas árvores que gritam
Em bebedeiras de azul
Eles não sabem que sonho
É vinho, é espuma, é fermento
Bichinho alacre e sedento
De focinho pontiagudo
Que fusa através de tudo
No perpétuo movimento
Eles não sabem que o sonho
É tela é cor é pincel
Base, fuste ou capitel
Arco em ogiva, vitral
Pináculo de catedral
Contraponto, sinfonia
Máscara grega, magia
Que é retorta de alquimista
Mapa do mundo distante
Rosa dos Ventos Infante
Caravela quinhentista
Que é cabo da Boa-Esperança
Ouro, canela, marfim
Florete de espadachim
Bastidor, passo de dança
Columbina e Arlequim
Passarola voadora
Pára-raios, locomotiva
Barco de proa festiva
Alto-forno, geradora
Cisão do átomo, radar
Ultra-som, televisão
Desembarque em foguetão
Na superfície lunar
Eles não sabem nem sonham
Que o sonho comanda a vida
E que sempre que o homem sonha
O mundo pula e avança
Como bola colorida
Entre as mãos duma criança
(António Gedeão)
terça-feira, 17 de março de 2009
Casa de Sonho

E eu sonhei....
Com uma linda casinha, toda ela de pedra e amarelinha, as janelas e as portas todas elas verdinhas. O caminho, que levava à casinha, é todo feito de pedrinhas, que são pequenos seixos cheios de cores, e a circundar o caminho, flores de todas as cores e todos os cheiros que a imaginação permite à existência.
Em redor da casinha, um enorme jardim, com alguns pinheiros e muitos canteiros; entre rosas, cravos, gerberas, gardénias, amores-perfeitos, girassoís... Milhares de borboletas coloridas a esvoaçar e a abrilhantar o lindo jardim daquela casinha.
Nas traseiras da casinha, existia um enorme laguinho, cheio de peixes cor-de-laranjas. No meio do laguinho está uma fonte, sempre a jorrar água fresca, como se de uma nascente se tratasse.
E tudo isto eu vi, num dia de céu azul, sem uma única nuvem no céu, nem uma simples brisa inundava o ar; apenas o sol brilhava com todo o seu esplendor e espalhava a sua luz e todo o seu calor.
Todas as paredes da casinha eram de um amarelo clarinho, enquanto o seu tecto era de uma cor nívea, o seu chão de madeira clarinha toda envernizada, que nem apetecia pisar, com medo de estragar.
À entrada da casinha, um enorme hall com um móvel de madeira escura, que em cima tinha imensas fotografias da família, um enorme espelho e um bengaleiro, um pote para pôr os chapéus-de-chuva e um enorme tapete que convidava a limpar os pés. De seguida uma porta toda ela de madeira brilhante com uma maçaneta dourada.
Por de trás da porta, temos a sala de estar, com a sua enorme lareira. No centro da sala o sofá de um amarelo torrado bonito, a fazer contraste com as paredes; todos os móveis da divisão eram de uma madeira escura, muito bonita. Com quadros de paisagens, fotografias da família, estantes cheias de livros, puffs espalhados e almofadões de cores brilhantes, mantas em cima dos sofás, revistas espalhadas em cima da mesa; era a divisão mais aconchegante da casa. Sim... Existia uma televisão, mas ninguém lhe dava muita importância.
Com uma linda casinha, toda ela de pedra e amarelinha, as janelas e as portas todas elas verdinhas. O caminho, que levava à casinha, é todo feito de pedrinhas, que são pequenos seixos cheios de cores, e a circundar o caminho, flores de todas as cores e todos os cheiros que a imaginação permite à existência.
Em redor da casinha, um enorme jardim, com alguns pinheiros e muitos canteiros; entre rosas, cravos, gerberas, gardénias, amores-perfeitos, girassoís... Milhares de borboletas coloridas a esvoaçar e a abrilhantar o lindo jardim daquela casinha.
Nas traseiras da casinha, existia um enorme laguinho, cheio de peixes cor-de-laranjas. No meio do laguinho está uma fonte, sempre a jorrar água fresca, como se de uma nascente se tratasse.
E tudo isto eu vi, num dia de céu azul, sem uma única nuvem no céu, nem uma simples brisa inundava o ar; apenas o sol brilhava com todo o seu esplendor e espalhava a sua luz e todo o seu calor.
Todas as paredes da casinha eram de um amarelo clarinho, enquanto o seu tecto era de uma cor nívea, o seu chão de madeira clarinha toda envernizada, que nem apetecia pisar, com medo de estragar.
À entrada da casinha, um enorme hall com um móvel de madeira escura, que em cima tinha imensas fotografias da família, um enorme espelho e um bengaleiro, um pote para pôr os chapéus-de-chuva e um enorme tapete que convidava a limpar os pés. De seguida uma porta toda ela de madeira brilhante com uma maçaneta dourada.
Por de trás da porta, temos a sala de estar, com a sua enorme lareira. No centro da sala o sofá de um amarelo torrado bonito, a fazer contraste com as paredes; todos os móveis da divisão eram de uma madeira escura, muito bonita. Com quadros de paisagens, fotografias da família, estantes cheias de livros, puffs espalhados e almofadões de cores brilhantes, mantas em cima dos sofás, revistas espalhadas em cima da mesa; era a divisão mais aconchegante da casa. Sim... Existia uma televisão, mas ninguém lhe dava muita importância.
Desta sala era possível passar para a sala de jantar, para o escritório e para os quartos que eram quatro, mas deles não vou falar. A sua decoração era muito pessoal, era como cada pessoa da família, muito especial.
A sala de jantar, com a sua mesa enorme e imponente, mesmo ao centro, para todos os membros da família e para os amigos; com o armário de madeira escura aonde estavam os pratos, copos e talheres, as toalhas e os guardanapos de linho, as loiças da mãe, da avó e da sogra; o aparador de madeira escura trabalhada, mesmo de baixo da janela, enorme e que deixava entrar toda a luz imponente do sol. Na parede, mais quadros de paisagens e uma réplica da "Última Ceia". O que só mostrava a Fé desta família. E por último, o escritório.
O local sagrado da casa, com a secretária de madeira negra no centro atufalhada de papéis, e as poltronas de pele escura, as prateleiras cheias de livros, que rodeavam a divisão. A enorme varanda, por trás da secretária, era a única fonte de calor para aquela divisão.
A grande particularidade desta casa, era estar numa falésia, como a da fotografia acima. As janelas tinham vista para o mar, logo... Quando chegava o final da tarde, a família toda juntava-se para ver o Sol mergulhar no mar. E não havia vista mais bela do que esta, porque a paz que transmitia era única.
E assim se tornou, a bela casinha, numa Casa de Sonho.
A sala de jantar, com a sua mesa enorme e imponente, mesmo ao centro, para todos os membros da família e para os amigos; com o armário de madeira escura aonde estavam os pratos, copos e talheres, as toalhas e os guardanapos de linho, as loiças da mãe, da avó e da sogra; o aparador de madeira escura trabalhada, mesmo de baixo da janela, enorme e que deixava entrar toda a luz imponente do sol. Na parede, mais quadros de paisagens e uma réplica da "Última Ceia". O que só mostrava a Fé desta família. E por último, o escritório.
O local sagrado da casa, com a secretária de madeira negra no centro atufalhada de papéis, e as poltronas de pele escura, as prateleiras cheias de livros, que rodeavam a divisão. A enorme varanda, por trás da secretária, era a única fonte de calor para aquela divisão.
A grande particularidade desta casa, era estar numa falésia, como a da fotografia acima. As janelas tinham vista para o mar, logo... Quando chegava o final da tarde, a família toda juntava-se para ver o Sol mergulhar no mar. E não havia vista mais bela do que esta, porque a paz que transmitia era única.
E assim se tornou, a bela casinha, numa Casa de Sonho.
Talvez um dia venha a ser real... Quem sabe...!
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